• Quem ama e se sente amado, não consegue guardar só para si este amor.
  • Amado seja por toda parte o Sacratíssimo Coração de Jesus.
  • Deus é amor: quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.
  • E nós reconhecemos o amor que Deus tem por nós e acreditamos nesse amor. Deus é amor.
  • O espírito da nossa Congregação é um espírito de amor e de bondade, de humildade e simplicidade.
  • Nós estamos envolvidos em uma variedade de ministérios sendo esta a nossa maneira de responder aos 'sinais dos tempos’.
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Vigiai, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir

25 de agosto de 2011 / Publicado em Palavra

Dia 25 de Agosto – Quinta-Feira

Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir (Mt 24,42.44).

Evangelho (Mateus 24,42-51)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24 42 “Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor.
43 Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa.
44 Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes.
45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o Senhor constituiu sobre os de sua família, para dar-lhes o alimento no momento oportuno?
46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, na sua volta, encontrar procedendo assim!
47 Em verdade vos digo: ele o estabelecerá sobre todos os seus bens.
48 Mas, se é um mau servo que imagina consigo:
49 – Meu senhor tarda a vir, e se põe a bater em seus companheiros e a comer e a beber com os ébrios,
50 o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e na hora em que ele não sabe,
51 e o despedirá e o mandará ao destino dos hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.

Palavra da Salvação.

MEDITANDO A PALAVRA

Não deixaria arrombar sua casa… (Mt 24, 42-51)

Qual o pai de família que ficaria inerte, indiferente, diante de alguém que tentasse arrombar a sua casa, bem ali onde moram a esposa e os filhos? Ora, a exortação de Jesus aponta para a necessidade de estar vigilante, pois existe um “ladrão” que ronda sem cessar, ameaçando a nossa casa. Em outra imagem, igualmente expressiva, São Pedro fala do “leão rugidor”, figura do demônio que procura a nossa perdição. E repete o mesmo imperativo: “Vigiai!”

Se o inimigo fosse um ser material, visível, certamente ficaríamos alerta. Ocorre que ele se disfarça, dissimulado, agindo por meios de instrumentos e mediações secundárias. Só como exemplo, os programas da televisão pagã, produzidos e levados ao ar por pagãos, inteiramente inspirados em uma mentalidade pagã, invadem nossa casa com nosso consentimento e colaboração.

Tais programas veiculam cenas de violência, onde o sangue corre em rios e a pessoa humana sofre todo tipo de abuso e violação. Cenas de sexo explícito em que o corpo humano é usado como grosseiro objeto de prazer. Cenas de zombaria e escárnio, como as chamadas “videocassetadas” e os programas de humor untuoso e pornofônico. Novelas que fazem a apologia do homossexualismo, do aborto, do divórcio, das aventuras extraconjugais. Tudo isso vomitado sobre nossos filhos indefesos, bem debaixo dos olhos dos pais e (ir)responsáveis.

Será que Jesus Cristo aprovaria nossas atitudes? Será que estamos vigilantes para proteger nossa família das agressões do maligno? Ou, ao contrário, somos espectadores passivos dessa invasão do lar, desse assalto aos valores do Evangelho, dessa rapina contra as virtudes de nossas crianças desarmadas?

Jesus se refere ao “servo fiel e prudente” – aquele educador atento que zela por seus educandos, aqueles pais dedicados que protegem seus filhos, aqueles governantes que recusam a adoção de uma legislação corrosiva para os costumes -, servo que o próprio Senhor colocou à frente de “sua casa”. Este servo zeloso merecerá a aprovação de Deus. Já os servos infiéis merecerão uma terrível condenação (cf. Mt 24, 50-51).

E nós? Mereceremos a aprovação de nosso Deus?

Orai sem cessar: “Vós me escolhestes para ser rei de vosso povo e juiz de vossos filhos e filhas.” (Sb 9, 7)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.