Santuário das Almas
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“Queres ser batizado?”

Publicado em 19 de novembro de 2014 \\ Notícias

No último sábado durante a missa da 17h, pessoas de várias idades foram batizadas no Santuário: eram pré-adolescentes, jovens, adultos ocupando os primeiros bancos. Apresentavam-se para receber o Batismo, o sacramento da vida nova. Abriram o coração e acreditaram na Palavra Verdade de Amor de Jesus “quem tem sede, venha a mim e beba” (Jo 7,38).

Muitas vezes, nos fechamos ao que não entendemos, não aceitamos o que não está claro aparentemente. A Palavra de Deus nos provoca esta inquietação: verdade e mistério permanecem incompreensíveis como segredo que não pode ser revelado à razão, mas é respiro para a alma e fundamento de fé. Também nós ficamos pensando como Nicodemos, o príncipe dos judeus: “Como pode um homem nascer, sendo já velho?

Porventura pode tornar a entrar no seio de sua mãe e nascer de novo? — Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade, Eu te digo: quem não nascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus” (Jo 3, 4-5).

Batizar significa “imergir na água”. O batizando é imerso na morte de Cristo e renasce com Ele como nova criatura (cf. 2Cor 5,17). É chamado ainda de banho de regeneração e renovação pelo Espírito Santo (cf. Tt 3,5) e de iluminação porque o batizado se torna filho da luz (cf. Ef 5,8-9). Os evangelhos trazem o testemunho de João Batista: o próprio Jesus se deixou batizar por ele. Foi batizado para servir, não para ser servido, ser humilde. E o foi até a morte.

Só quem participa amiúde das celebrações paroquiais – e celebra junto – pode refletir e amadurecer aos poucos a beleza do mistério que é a base da nossa fé e a própria Igreja. Todas as celebrações começam com o sinal da cruz: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O mistério central da nossa fé é o mistério da Santíssima Trindade.

A cruz é o sinal de Jesus. Acreditamos, pela fé, na vitória da vida nova sobre a morte. O peito de Jesus na cruz foi aberto pela lança do soldado para certificar a sua morte, e da ferida saíram sangue e água, significando o Batismo que infunde o Espírito Santo e a Eucaristia, Corpo e Sangue de Jesus, alimento da alma, os sacramentos que sustentam a Igreja.

A nossa Igreja católica batiza em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. O Batismo é indelével, ou seja, é para sempre, não pode ser desfeito.

No início da missa, o canto da Ladainha de todos os santos trouxe uma alegria especial. Era a invocação da Igreja triunfante (os santos do céu) que junto à Igreja peregrina (no caminho da santidade) ali se reunia – mais de perto os padrinhos – para testemunhar, acolher, e celebrar as novas criaturas.

O batizando deve trajar roupa de cor branca, símbolo não só de brancura como também de luz. Permanece também com uma vela acesa.
O rito batismal iniciou com a recitação do Credo, o mais importante símbolo batismal da nossa fé, o reconhecimento da verdade da Bíblia, profissão de fé desde os Apóstolos.

Antes do Batismo, a pergunta do celebrante: “Queres ser batizado?”

O celebrante faz o sinal da cruz na fronte, nos ouvidos, nos olhos, no nariz, na boca, no peito, nas espáduas do batizando.

Só depois da resposta positiva, é derramada sobre ele a água batismal enquanto ressoam as palavras do celebrante: “Eu te batizo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). A água derramada significa purificação e renascimento, mudança de vida. O Batismo perdoa todos os pecados cometidos. “Mesmo que os pecados do convertido sejam vermelhos como o escarlate, Cristo torna-o mais branco do que a neve. O batizado começa página inteiramente branca” (O novo catecismo). É o triunfo da luz de Cristo. Daí o Batismo chamar-se iluminação.

Daí a veste branca e a vela acesa.

O batizando é ungido com o óleo do Crisma cujo perfume simboliza o Espírito Santo que penetra aonde quer. Pelo Batismo, o Espírito Santo vem habitar em nós, dando-nos vida, e transformando-nos em filhos e filhas de Deus.

Como ainda não pode receber a Eucaristia, a Igreja lhe dá um pouco de sal. Significa o combate ao mal e que “as coisas de Deus possuem sabor agradável”. Por outro lado, não é o sal que tempera? Realçar a presença de Deus, fazer valer o Batismo, esta é a diferença que deve fazer por onde passar o batizado.

Responder à pergunta é apenas o início. Após o rito do Batismo, o batizado quer perceber de imediato alguma mudança. O prazo é a vida inteira. Importante é completar a catequese (fazer a Primeira Eucaristia, receber o sacramento da Confirmação), buscar o perdão dos pecados com frequência pelo sacramento da Reconciliação, realizar uma vocação, aperfeiçoar a santidade, manter alvejada a veste branca, porque a grande festa, de vida eterna, Deus está preparando no céu, esperança que foi semeada no Batismo. Sem a veste branca não se entra no Reino de Deus (cf. Lc 22,1-14).

No desenrolar da cerimônia fomos entendendo que não estávamos ali como “mais santos” que os batizandos, mas comunidade solidária. Que os recém-batizados compreeendam, no decorrer do caminho que estão iniciando, que somos todos membros do corpo cuja cabeça é Cristo. Este corpo completo é a Igreja, que tem a missão de realizar o Reino de Deus no mundo. Templos do Espírito Santo, juntos somos a Igreja.

O Batismo não pode ser experiência individual unicamente da alma com Deus. Todo batizado deve dar mudas, espalhar o Reino de Deus na comunidade e no mundo.

“Vós já estais puros pela Palavra que vos tenho anunciado. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira. Assim também vós; não podeis tampouco dar fruto se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós, os ramos” (Jo 15,3-4).

 

Ladainha de Nossa Senhora

Publicado em 15 de novembro de 2014 \\ Notícias

“ Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Deus Pai do Céu, tende piedade de nós,
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rogai por nós
Santa Mãe de Deus…
Santa Virgem das virgens…
Mãe de Jesus Cristo…
Mãe da Divina Graça…
Mãe Puríssima…
Mãe Castíssima…
Mãe Imaculada…
Mãe Intacta…
Mãe Amável…
Mãe Admirável…
Mãe do Bom Conselho…
Mãe do Criador…
Mãe do Salvador…
Mãe da Igreja…
Virgem Prudentíssima…
Virgem Venerável…
Virgem Louvável…
Virgem Poderosa….
Virgem Benigna…
Virgem Fiel…
Espelho de Justiça…
Sede da Sabedoria…
Causa de nossa alegria…
Vaso espiritual…
Vaso honorífico…
Vaso insigne de devoção…
Rosa Mística…
Torre de Davi…
Torre de marfim…
Casa de ouro…
Arca da aliança…
Porta do Céu…
Estrela da manhã…
Saúde dos enfermos…
Refúgio dos pecadores…
Consoladora dos aflitos…
Auxílio dos cristãos…
Rainha dos anjos…
Rainha dos patriarcas…
Rainha dos profetas…
Rainha dos apóstolos…
Rainha dos mártires…
Rainha dos confessores…
Rainha da família…
Rainha das virgens…
Rainha de todos os santos…
Rainha concebida sem pecado original…
Rainha assunta ao Céu…
Rainha do santo rosário…
Rainha da paz…

Cordeiro de Deus que tirais o pecado mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado mundo, tende piedade de nós.
V. Rogai por nós, santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.”

Nova edição do Informativo

Publicado em 5 de novembro de 2014 \\ Notícias

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Finados 2014 Santuário das Almas – vídeo

Publicado em 4 de novembro de 2014 \\ Notícias > Vídeos

Finados Santuário das Almas 2014

Publicado em 4 de novembro de 2014 \\ Galeria de imagens > Notícias

No dia de finados no Santuário das Almas foram celebradas catorze missas, com a presença maciça de fiéis, tanto nas celebrações eucarísticas, bem como na capela das velas onde eram dadas bênçãos pelos seminaristas.

A frente desta enorme solenidade em memória dos falecidos estava o Pároco e Reitor do Santuário Pe. Valmir mSC, contando ainda com a presença e apoio do Pe.Manel mSC, Superior Provincial da Congregação.

Tivemos ainda a inestimável ajuda de diversos padres mSC e dos seminaristas da congregação e da arquidiocese.

Por último contamos com a dedicação da comunidade que se empenhou na acolhida e na liturgia.

Por que seria vã a nossa fé se Cristo não ressuscitasse?

Publicado em 3 de novembro de 2014 \\ Notícias >

“O que Deus preparou para os que O amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu”. Cor. 2,9

A resposta afirmação de Paulo nos sugere a seguinte reflexão. O anúncio da ressurreição de Jesus é o coração da mensagem evangélica e o lugar central da teologia paulina apresentada em suas cartas. Declara com vigor São Paulo: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã a nossa fé”. E acrescenta: “Se tão somente nesta vida esperamos em Cristo, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Cor 15, 14.19).

No acontecimento Pascal, nova primavera de esperança invade o mundo. Isso porque desde o dia da ressurreição de Jesus, a nossa ressurreição iniciou, pois a Páscoa não indica simplesmente uma data histórica, mas o início da nova condição: Jesus ressuscitou para que Ele mesmo viva em nossa vida, e, n’Ele, possamos já saborear a alegria da vida eterna sem fim, não fazendo da ressurreição a simples memória de um acontecimento passado.

O fato da ressurreição é o dado fundamental e iniciante das comunidades cristãs. Os cristãos se reuniam em comunidades no dia que lembrava o acontecimento da ressurreição e testemunhavam a todos Jesus Ressuscitado. Se não fosse por isso não existiriam comunidades nem cristãos e seguidores de Jesus Cristo.

Concluindo, a fé na ressurreição não é vã porque acreditamos: que Deus ressuscitou seu Filho não é uma teoria humana, mas uma realidade histórica tornada conhecida por Jesus à humanidade por meio da Páscoa, a Sua passagem da morte para a vida abrindo um caminho novo entre o céu e a terra (Hb 10,20). Que o Cristo ressuscitado, seja a nossa esperança neste mês em que comemoramos o dia dos fiéis defuntos.

Até a próxima edição!!!

Pe. Valmir Teixeira, mSC
Pároco e Reitor do Santuário das Almas

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São João Paulo II, o peregrino do amor

Publicado em 22 de outubro de 2014 \\ Notícias

4ª feira – dia 22 – São João Paulo II, o peregrino do amor

Palavra de João Paulo II, o peregrino do amor, em Brasília, em 30 de junho de 1980

“Misteriosos e amorosos desígnios de Deus colocaram-me como Bispo de Roma, sucessor do Apóstolo Pedro e portanto Vigário de Cristo e Chefe visível de sua Igreja.

Sinto como dirigido a mim o tremendo e reconfortante mandato, de confirmar em sua missão meus irmãos Bispos, ‘eu eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma teus irmãos’ (Lc 22,32); e de, com eles, confirmar os filhos da Igreja Católica numa fé intrépida e irradiante que os leve a testemunhar diante do mundo as razões de sua esperança em Cristo: ‘Portanto, não temais as suas ameaças e não vos turbeis. Antes santificai em vossos corações Cristo, o Senhor.

Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito’ (1Pd 3,15); e a comunicar ao mundo as insondáveis riquezas do amor de Cristo ‘que demonstrou assim pelos séculos futuros a imensidão das riquezas de Sua graça, pela bondade que tem para conosco, em Jesus Cristo’ (Ef 2,7).

A esta finalidade respondem as visitas que venho fazendo a vários países e continentes e que por isso mesmo podem ser chamadas visitas pastorais ou peregrinações missionárias.”

Celebração e Coroação de N.Sra.Aparecida

Publicado em 17 de outubro de 2014 \\ Galeria de imagens > Notícias

Festa das Crianças no nosso Santuário

Publicado em 17 de outubro de 2014 \\ Galeria de imagens > Notícias

Santa Margarida Maria Alacoque

Publicado em 16 de outubro de 2014 \\ Notícias

Foto_Margarida_Maria“O Sagrado Coração de Jesus é o dispensador de todos os bens. Nele precisam os pobres lançar todas as suas necessidades.

É oceano de alegria onde temos de colocar todas as nossas tristezas.

É o abismo de humildade contra nossa loucura, abismo de misericórdia para os miseráveis, abismo de amor para as nossas indigências.”

(Santa Margarida Maria Alacoque)

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