Menu
Página Principal Fundador Província História Espiritualidade Pequena Obra Localização Fale Conosco
Esqueceu sua senha?
Menu Notícias Paróquias Santuários Missão Pastoral Vocacional Fraternidades Casa de Retiro. Seminários Blogs Bolentins Informativos. Revista Anais Palavra do Superior Comissões Responsabilidade Social Expediente ex_alunos_msc.php
     
Enquete
Economia e vida é o tema da CF-2010. Você já leu ou escutou algo sobre a CF deste ano?

Sim

Não


Responsabilidade Social
CASA DE MENINOS
CASA DE MENINOS

O QUE É? COMO SE ORGANIZA?

 

 

1.    APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 

 

 

A CASA DE MENINOS WENCESLAU NETO foi fundada em 1948, e é organizada e mantida pelos MISSIONÁRIOS DO SAGRADO CORAÇÃO da Província de São Paulo (Estatuto nº. 14), que respondem pela folha de pagamento dos funcionários e encargos sociais. Além disso, conta com sócios contribuintes, que fazem mensalmente suas doações em dinheiro e mantimentos.

 

 

A instituição tem como finalidade principal a assistência social por meio da educação e promoção da infância e da adolescência em consonância com a Lei orgânica de Assistência Social (LOAS), LDB e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

 

Atualmente, a CASA DE MENINOS WENCESLAU NETO atende um total de 28 crianças e adolescentes do sexo masculino, com idade de 07 a l7 anos e onze meses, dando-lhes apoio material: alimentação, vestuário, calçados, tratamento médico, psicológico, ortodôntico odontológico e social, a fim de proporcionar a estas crianças uma vida digna, tanto na parte física, como emocional, intelectual e espiritual.

 

 

As irmãs Filhas de Nossa senhora do Sagrado Coração assumiram a Administração da entidade em 2001.

 

 

 

 

 

2.    INTRODUÇÃO

 

 

A Casa de Meninos Wenceslau Neto, através do Projeto de Atendimento Psicopedagógico, beneficiará 32 crianças e adolescentes do sexo masculino, com idade de 07 a 17 anos e 11 meses, que estejam abrigadas na Instituição.

 

 

O projeto será composto de: atendimento psicológico e psicopedagógico, atividades lúdicas, reforço escolar, esporte e atividades recreativas. Essas atividades serão desenvolvidas de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino e vespertino, no período extra-escolar.

 

 

Através desse projeto, a Instituição pretende melhorar a qualidade de vida do público atendido, capacitando-o para o exercício pleno da cidadania, além de assegurar a permanência da criança e do adolescente no sistema educacional.

 

 

 

 

 

 

3.    JUSTIFICATIVA 

 

 

As crianças e adolescentes encaminhados à Casa de Meninos pelo.

 

 

Conselho Tutelar e Juizado da Infância e Adolescência apresentam baixa auto-estima, baixo rendimento escolar e apatia, que afetam seu desenvolvimento, devido às dificuldades vivenciadas.

 

 

O abrigo é antes de tudo um momento crucial na vida de uma criança ou adolescente, pois seu universo familiar é substituído pela instituição que o acolhe. Além de ter o lugar no mundo alterado, a criança e o adolescente passam pela vivência de não poder definir o seu futuro.

 

 

As perturbações que ocorrem no processo de aprendizagem, em geral, estão relacionadas com insegurança e sentimento de menos-valia, decorrentes da situação de abandono em que se encontram e que leva aos bloqueios e impedimentos à aprendizagem.

 

 

Esse projeto é uma alternativa de mudança de vida para essas crianças e adolescentes, visto que a instituição oferece meios que possibilitam que eles cresçam tendo um vínculo afetivo, com maior segurança em seus relacionamentos sociais e afetivos, para que possam exercer sua crítica e participação nas decisões de mudanças da sociedade.

 

 

Por isso, faz-se necessário fortalecer a auto-estima dessas crianças e adolescentes, dando-lhes um suporte afetivo e emocional, a fim de que fiquem mais bem preparados para lidar com as dificuldades diversas no seu cotidiano.

 

 

A institucionalização apresenta, por sua própria natureza, dificultadores para que as condições necessárias ao bom desenvolvimento possam ocorrer. A falta de vida em família, a dificuldade em obter atenção individualizada, os obstáculos ao desenvolvimento de atividades ou a expansão de tendências particulares a cada um, a submissão a disciplina e rotina rígidas, o convívio restrito às mesmas pessoas em todas as atividades diárias são aspectos que se opõem ao desenvolvimento sadio da criança.

 

 

 

O abrigo, como instituição formadora de valores, carece de revisar criticamente suas práticas educativas e ter recursos para oferecer melhores condições de trabalho, qualificação e supervisão de profissionais, ou seja, gerar condições para que todas as pessoas nele implicadas no seu viver cotidiano tenham condições de manejar a promoção da saúde (pessoal e coletiva) e enfrentar seus momentos de adoecimentos ou crises.

 

 

 

 

 

 

Por isso, torna-se necessário uma equipe técnica adequada, pois o abrigo, desde que capacitado tecnicamente para tal, possui potencial para atuar como agente educacional, e não apenas como mero expectador ou administrador dos deveres e direitos das crianças e adolescentes.

 

 

Nosso objetivo é também contribuir para a promoção dos direitos de convivência familiar e comunitária, não permitindo que o vínculo familiar seja rompido.

 

 

Apesar de todas as dificuldades e adversidades que a situação apresenta não podemos nos furtar a reconhecer que quanto mais cedo a criança puder se certificar de que tem o acolhimento familiar, poderá mais rápido desenvolver um sentimento de segurança para enfrentar os fatos adversos vividos e aqueles que ainda estão por viver.

 

 

À Instituição cabe, através da equipe técnica, “buscar” estas famílias na tentativa de fazer a ligação com as crianças e adolescentes abrigados, estreitar os laços e principalmente investir na qualidade destas relações. Isto será possível através das atividades desenvolvidas, que visam justamente orientar, acompanhar e reconstruir suas histórias, trajetórias, conhecer de perto a realidade na qual estavam inseridos estas crianças e adolescentes. A dinâmica familiar e suas problemáticas que levaram ao abrigamento também devem ser trabalhadas, visando uma reestruturação para a reinserção familiar/social.

Indique a um Amigo Indique a um Amigo Imprimir Imprimir Voltar Voltar
Rua Guaporé, nº 429, Ponte Pequena | Cep: 01109-030 | São Paulo–SP | Fone: (11) 3228.9988 | contato
Página Principal    Fundador    Província    História    Espiritualidade    Pequena Obra    Localização    Fale Conosco
Lógica Digital