Neste mês, a Igreja celebra as vocações: sacerdotal, religiosa e leiga.  A cada domingo do mês de agosto, a liturgia reza, de modo especial, por uma dessas vocações. No primeiro domingo, a liturgia recorda a missão do sacerdote, homem escolhido por Deus para ser pastor no seio da comunidade. Ao sacerdote cabe, portanto, a missão de ser sinal de unidade e pai espiritual na edificação e crescimento do povo de Deus. No segundo domingo, recorda-se a vocação familiar, na pessoa do pai. Em tempos de degradação de valores e  do referencial  familiar, a Igreja resgata a célula  da família como  meio essencial para viver os valores do evangelho. A família é um chamado de  Deus para transmitir na sociedade os valores cristãos.

A figura do pai ganha uma dimensão fundamental na organização e educação para a ética e a moral, No terceiro domingo, celebra-se a vocação religiosa, lembrando homens e mulheres que consagraram sua vida a Deus e aos irmãos. Desta vocação brotam carismas que enriquecem a nossa Igreja. São pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza, tornando-se autênticos testemunhos do Evangelho.

Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus, através das mais diversas mediações, seja pela oração, missões entre os infiéis, educação da juventude e obras de assistência aos pobres e excluídos da sociedade. No quarto domingo, a Igreja reza por todas as vocações leigas, lembrando homens mulheres que, a par das obrigações familiares e profissionais, dedicam-se ainda  a trabalhos pastorais, colaborando com os padres na catequese,  na liturgia, no ministério da música  e em tantos  outros misteres na  comunidade. Destaca-se, de modo especial, o Dia do Catequista.

São eles, por vocação e missão, os grandes propagadores da fé cristã em nossas comunidades.  Portanto, agradeçamos ao Senhor por estas vocações, pedindo-lhe  que continue enviando operários para a messe, que como diz Jesus: “é grande, mas poucos os  operários”!

Pe Edvaldo Rosa de Mendonça, MSC.